sábado, 12 de fevereiro de 2011

Trecho do livro "Em cada entardecer"

[...]O ar frio e violento daquela tarde de quinta-feira açoitava meu rosto enquanto eu caminhava apressadamente pelo centro da cidade. Eu não sabia ao certo porque os meus pés estavam tão apressados, e, como se eles tivessem comando próprio sobre mim faziam com que mesmo sem entender eu continuasse andando.
Olhei para o céu.
Havia uma ou outra nuvem no imenso céu azul e alguns passarinhos voando na direção leste. Olhei outra vez. Como podia o vento estar tão frio e forte com um céu tão claro?
Examinei novamente a atmosfera, porém não havia sinal de chuva.
Um presságio fez com que todos os meus pêlos se eriçassem.

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