Se na vida todas as escolhas fossem pacíficas e dóceis, na qual ninguém precisasse chorar pelas injustiças e pelos tormentos de um amor desprezado, talvez, apenas talvez, o homem não precisasse viver em dois mundos ao mesmo tempo. E quem sabe, ele pudesse, assim, assumir a autonomia de escolha que lhe é por direito, sem que seja imposto, sobre ele exigências de uma sociedade ignorante e cruel.

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